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domingo, 28 de setembro de 2014

Acesso privilegiado e experiências tocantes - Reportagem Valor Econômico

Gabriela Otto participa de reportagem do Valor Econômico sobre turismo de luxo, e a entrada da CVC nesse segmento.
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Aquela sacolinha feia nem é mais distribuída, mas não sai do imaginário do consumidor. Já há alguns anos que a CVC busca se qualificar diante do público mais exigente. Quer deixar de lado o estereótipo de que só vende para a classe C e o Coliseu não é um borrão na janela do ônibus. E, mesmo sem o glamour desejado, tem se aproximado do objetivo. Pelo levantamento da empresa, 23% dos clientes já são da classe A (renda familiar a partir de R$ 7,4 mil pela pesquisa Target). “Esse público também quer boas oportunidades de viagem. Chique é pagar barato”, diz Luiz Eduardo Falco, presidente da CVC.

A empresa tem atuado em várias frentes para atrair turistas mais endinheirados. Uma delas é sua entrada na venda de bilhetes de classe executiva. Do começo do ano até agora já foram 2 mil tíquetes para viagens de lazer. Outra estratégia é incrementar as ofertas que seduzam o viajante mais experimentado. “Estamos ampliando os roteiros exóticos. Taiti, Maldivas, Turks & Caicos, que antes só eram oferecidos em agências de luxo, agora fazem parte do nosso portfólio. Apostamos ainda em destinos combinados como Japão com Dubai.”

Segundo Falco, os produtos exóticos cresceram no primeiro semestre 63% em receita e passageiros comparado ao mesmo período do ano passado. Foram mais de 7 mil viajantes que toparam encarar um destino pouco convencional com o selo CVC. “Há clientes que já eram nossos, mas também atraímos um público novo que consegue a sofisticação pagando em dez vezes e com o cambio a R$ 1,99.” Um combinado de Maldivas (cinco diárias no “all inclusive” Vivanta by Taj) com Dubai (quatro diárias no Sheraton) sai por R$ 18,7 mil por pessoa viajando de econômica.

A operadora também fechou acordos, alguns com exclusividade, com hotéis mais bacanudos e resorts de luxo. Acaba de acertar, por exemplo, com o primeiro Hard Rock na Europa, em Ibiza, o “point” do último verão. E agregou outras bandeiras que agradam aos brasileiros endinheirados como a rede Sandals e o hotel Fontainebleu, em Miami. Pretende ainda incluir 500 resorts (na maioria internacionais) até o fim do ano, tanto de quatro quanto de cinco estrelas.

Uma das principais resistências do viajante exigente é encarar um destino em bando e com hora determinada para tudo. Falco concorda. Diz que ele mesmo sempre fugiu de pacotes, mas a empresa criou modelos flexíveis capazes de contentar esse público. Os pacotes dinâmicos, como são chamados aqueles que podem ser customizados, já representam 60% das vendas. “Eu sei que tempo é o maior luxo e as pessoas também querem ser felizes, não querem preocupação.” Por isso, conta, a CVC reduziu o número de cidades em cada roteiro e aumentou a permanência em cada uma delas, três dias em média, para que o passageiro tenha oportunidade de conhecer o destino sozinho.

“Ele só se junta ao grupo no deslocamento de uma cidade para outra. Não precisa conviver se não quiser.” Ainda assim, afirma, o cliente pode escolher esticar o roteiro, comprar antecipadamente tíquetes de museu e espetáculos e fazer reservas em restaurantes.


Para Gabriela Otto, professora da ESPM e consultora especializada em turismo de luxo, a CVC vem perseguindo esse público há um tempo, desde quando passou a oferecer cruzeiros e voos charter. “A operadora não poderia se restringir ao consumidor de primeira viagem e ficou atenta ao enriquecimento e ascensão dos turistas brasileiros. Mas a maioria dos clientes classe A deles, provavelmente, não se configura ainda como viajante de luxo. Deve ser estreante nos destinos.”

Preço não faz diferença para o turista “high end”, acredita ela. “É claro que ninguém quer pagar mais. Basta ver que uma bolsa de grife internacional só é vendida aqui porque é parcelada ou subsidiada pela matriz para se aproximar do preço lá de fora. Mas o determinante numa viagem de lazer para esse público é o atendimento humanizado e exclusivo.”

Cerca de 20% dos viajantes AAA, diz ela, estão na categoria “surpreenda-me”, o que significa viagens a destinos inexplorados de verdade, como um tour espacial ou de submarino. Em sua maioria, contudo, o que esse público quer é a “normalidade” para desfrutar de lugares que sempre frequentou. Algo, evidentemente, impossível. “Assim como as grifes globalizadas perdem a percepção de exclusividade, determinados destinos também estão saturados. A França, por exemplo, agora quer ‘qualificar’ os turistas, que são cada vez mais numerosos em Paris, ou seja, quer atrair os viajantes que gastem mais.”

Para “fugir” do enredo da multidão, só mesmo tendo acesso privilegiado e experiências tocantes. “Esse público sempre viajou muito, então não é a qualidade ou o sensacional que faz a diferença, mas o que o comove individualmente. Por exemplo, são cada vez mais comuns as viagens de mães com filhas e pais com filhos, um ritual de descobertas.”

Falco admite que nem todas as suas franquias estão aptas para atender ao “topo da pirâmide”. E que o amarelão da CVC funciona ainda como um sinal vermelho para algumas pessoas. Por isso, está investindo em ações de marketing para se comunicar com esse viajante. Não descarta, contudo, criar uma nova marca para atuar nesse segmento. “Faria sentido até comprar uma agência especializada em luxo para termos um atendimento mais personalizado.” Uma coisa é certa: a sacolinha de nylon não vai virar um baú de couro com monograma CVC. O luxo não pode ser um fardo.

 Leia matéria original AQUI.
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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Saber lidar com comentários negativos online é questão de sobrevivência

Esse meu texto foi publicado também na Revista Hotel News. Leia aqui.
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Enquanto muitos hotéis divulgam com orgulho a lista do Traveller’s Choice 2014 do TripAdvisor, outros colocam os pés pelas mãos, e conseguem a atenção da mídia da forma mais negativa possível.
Recentemente, o Spa & Pousada Grand Village, de Petrópolis (RJ) virou notícia ao enviar uma carta ameaçando uma hóspede de processo caso ela não retirasse um review feito no TripAdvisor.
Mais do que indignação ou surpresa, o que mais surpreendeu a todos foi a falta de bom senso da gerência do empreendimento.
Veja o comentário e a resposta do empreendimento:


Mais do que indignação ou surpresa, o que mais surpreendeu a todos foi a falta de bom senso da gerência do empreendimento.

Mesmo após o TripAdvisor informar que pode banir estabelecimentos que ameaçam avaliadores, a gerência do spa resolveu não se pronunciar. Diferente do dono do restaurante Phoenix AmericanMex, de Curitiba (PR), que alegou invasão do seu perfil ao tentar explicar a resposta mal educada que escreveu a uma cliente ao reclamar do seu bar no Facebook.  Piorou a situação.

 
E não achem que só no Brasil que essas coisas acontecem. Anos atrás, o gerente do Grand Hotel Dallas/US virou sinônimo de má gestão quando disse não saber do banner ao lado da sua recepção, comunicando o pagamento de U$ 3 à U$ 5 no ato, para os hóspedes que postassem reviews positivos em alguns sites previamente escolhidos. Ele acusou um funcionário de tomar essa decisão sem consultá-lo. 


O Riverside Hotel da Inglaterra, assim como muitos outros hotéis pelo mundo, recebeu uma advertência e foi rebaixado no ranking, ao tentar falsificar reviews positivos. Bandeira vermelha para ele.


Ao ler essas situações fico realmente torcendo para que seja pura falta de conhecimento. Talvez o hotel não saiba que o TripAdvisor faz varreduras para verificar se os endereços de IP ligados aos comentários não vieram do próprio hotel. Totalmente compreensível, visto que o sucesso do seu negócio é a credibilidade e transparência.

Mas porque essas situações ainda acontecem?

Esses empreendimentos não estão só prejudicando sua imagem, mas sua rentabilidade. A cada 1% de aumento na reputação online, a diária média pode crescer 0,89%, 0,54% para ocupação, e 1,42% em RevPAR. Mesmo assim, não são poucos os empreendimentos que conheço que morrem de medo, ou pior, preferem ignorar a existência do site.

Todos sabemos que comentários positivos são um reflexo do valor percebido pela experiência do hóspede. E se 69% dos viajantes se sentem mais confiantes em fazer uma reserva ao ver que a gerência responde reviews, porque não aproveitar a oportunidade de negócio?

O pânico gerado por um review negativo precisa deixar de existir. Claro que ninguém gosta, mas 66% dos usuários ignoram comentários extremos. Isso mostra o bom senso e maturidade do consumidor online. É preciso entendê-lo, engajá-lo e, principalmente, respeitá-lo. E muitos hotéis fazem isso com maestria.

O Library Hotel, por exemplo, é um case em New York. Imagina um hotel, atualmente 3º no ranking do TripAdvisor, que nunca saiu dos top 10 no destino mais competitivo do mundo. 
Ao responder um review “razoável”, a gerente geral foi impecável. Veja abaixo como ela começa:


 
Já o Casablanca Hotel Times Square, hoje em 2º no ranking de NYC, já ficou por três anos em 1º lugar em NYC. O gerente Geral também arrasou na resposta para uma cliente que estava insatisfeita com o tamanho dos aptos. Veja o final da sua resposta, igualmente irretocável:

Esses exemplos deixam claro que não adianta simplesmente responder. É preciso profissionalismo e consistência.

Em um país tão emocional como o Brasil, não é raro lermos respostas com grandes pitadas de rancor. Como consequência, as piores repercussões costumam ser provenientes de hoteleiros que tomaram a crítica como algo pessoal.
 
Veja o exemplo do Gerente Geral do Grand Hyatt, ao responder um hóspede que estava insatisfeito com o bar do hotel:

Para minimizar o impacto dos comentários negativos, seguem dez melhores práticas:

1. Leia as orientações e responda todos os comentários, positivos e negativos.
2. Responda, prontamente (se possível, na mesma semana).
3. Comece sempre agradecendo pelo feedback.
4. Seja original na sua resposta. Se for usar respostas “copy-paste”, é melhor não responder.
5. Destaque sempre pontos positivos.
6. Prepare-se para responder tanto comentários positivos quanto negativos.
7. Assegure que os problemas relatados estão sendo trabalhados para melhoras seu desempenho. E acredite, às vezes, um pedido sincero de desculpas vale ouro, e coloca você de volta “ao jogo” instantaneamente.
8. Quem assina os reviews é o gerente-geral.
9. E não custa lembrar: seja educado e profissional. Não há discussão online

Se for necessário mais detalhes ou uma conversa mais longa, um bom exemplo é o JW Marriot do Rio, que passou a conversa para o email, tornando-a privada, mas mantendo pública a preocupação e atenção que tem com seus clientes.  

Em resumo, ao se deparar com um review negativo, conte até dez antes de começar a responder. Se esquecer de todas as nove melhores práticas, lembre da dica mais importante:

10. Responda o review como se o cliente estivesse na sua frente, na recepção, rodeado de outros hóspedes. 

Para não errar, imagine o gênero de reviews que gostaria de ter, e seja o hotel que inspira esses comentários.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Airport Style, como as mulheres viajam

Para dar um pitada "girly" no blog, perguntamos: Você é daquelas que se produzem para um vôo ou preferem conforto acima de tudo?

Conheça 2 estilos de mulheres nos aeroportos pelo mundo. Com qual você se identifica?

1) SUPER PRODUÇAO
                                                             Dita Von Teese

Irmãs Kardashians

                                                            Joan Collins

E a rainha da "super produção"....Victoria Beckham (e ainda viajando com os filhos)

                                                              E, claro, a Barbie...

2) CONFORTO ACIMA DE TUDO

Olivia Munn
  
Kate Beckinsale

Angelina Jolie

E a top do conforto é Eva Longoria...


Como uma apaixonada incondicional por casacos longos, minha preferida é essa...

E o look perfeito, de acordo com as mulheres do Pinterest...
Qual o seu estilo?
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Leia também:

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Reportagem Hotelnews "Hospedagem Alternativa" sobre Airbnb, com Gabriela Otto

Gabriela Otto participa de reportagem da Revista Hotelnews sobre Hospedagem Alternativa, com foco no inovador Airbnb.

Além do Diretor Geral da Airbnb, Christian Gessner, e Maria José Giaretta, presidente da HI Hostel Brasil, Gabriela Otto, da GO Associados, participa de excelente matéria da Revista. Leia abaixo a opinião da GO Associados sobre o assunto:

"A hospitalidade tradicional, como conhecemos, precisará de reinventar para concorrer  com novos modelos de negócios. Vivemos em um mundo de compartilhamentos, novas experiências e interatividade e o Airbnb uniu o desejo dessa nova geração em uma nova e inovadora plataforma", diz Gabriela Otto, da GO Associados, empresa especializada em planejamento estratégico, capacitação de pessoas, posicionamento de marca e mercado de luxo. 'O estado de Nova York processou o site alegando que local de moradia não pode ser locado por menos de 30 dias, mas na verdade o que o governo está tentando é manter os 14,35% de impostos arrecadados com hotéis e 30 mil empregos do setor. O site se defende dizendo que sempre existiram regras para pessoa jurídica ou física. É o momento das leis evoluírem e acompanharem a nova realidade de mercado. É preciso criar novas regras para as pessoas que quiserem ter um negócios, sem a exigência da abertura de uma empresa formal', pondera.

http://www.revistahotelnews.com.br/2009/materia.php?id_materia=446

Na opinião da consultora, as pessoas estão começando a dar mais importância para a localização, valor e comentários do que às marcas, propriamente ditas. 'O TripAdvisor foi um dos responsáveis por esses novo comportamento de compra de viagens e isso abre uma oportunidade única para negócios como Airbnb. prova disso é encontrarmos hotéis independentes que prestam excelente serviço no topo da lista, ao invés de hotéis de rede, que investem milhões em publicidade. A transparência e dinamismo do novo modelo abafa a apatia das marcas hoteleiras que não estão se renovando. Nesse caso, o anfitrião é a marca, e o hóspede tem acesso à ele em todas as etapas da experiência de viagem. A maioria dos hotéis ainda investe boa parte do seu budget de marketing no Google e nas OTAs, mas o segredo está em falar diretamente com as pessoas. Esse é o trunfo do Airbnb', resume.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Os chineses vão invadir a sua praia. Preparado?

Esqueça as viagens de ônibus passando por 20 cidades em 10 dias. Os chineses atuais, ou pelo menos um terço deles, estão organizando melhor suas viagens, gastando mais e ficando mais tempo em cada lugar. 

Quase um em cada dez turistas internacionais em todo o mundo é agora chinês, com 50% de viagens à lazer. E não é só volume, pois os chineses movimentaram uma fortuna em 2013 (U$ 129 Bilhões), deixando os americanos bem para trás (U$ 86 Bilhões). Lembra que nos surpreendemos com os U$ 25,34 bilhões dos brasileiros ano passaram?


Isso se deve ao seu desejo de comprar. 80% deles entendem que compras são fundamentais em viagens, em comparação a 56% dos turistas do Oriente Médio e 48% dos Russos. E vão além, pois a quantia que os chineses devem gastar com produtos de luxo no exterior ultrapassa as compras de todos os outros países juntos.

E tudo isso está acontecendo com somente 5% dos chineses com passaporte. Imaginou o potencial?
Até 2020, a previsão é que as viagens dos chineses dobrem de tamanho.

Grandes destinos turísticos está de olho nessa demanda e tomando algumas atitudes. A primeira será facilitar a entrada. Em 2013, os chineses podiam entrar sem visto em 44 países, enquanto cidadãos de Taiwan em 130, e americanos e britânicos em 170.  Os Estados Unidos já está entrevistando chineses online e entregando vistos nas agências bancárias, acabando com a obrigação de passar por uma embaixada. A decisão com foi base em números: aumento de 22% de chineses nos EUA em 2013 e 45% nas Maldivas, que não exige visto e é adorada pelos noivos em lua de mel.

O próximo passo será adequar linguagem, produtos e serviços para o público chinês.  Como agradá-los?
* Produtos "vip", autênticos e "edição limitada"
* Menu com fotos
* Congee no café da manhã (um tipo de mingau chinês)
* Destinos com céu azul e ar limpo.

Quase metade da população chinesa está online e pretendendo viajar com seu itinerário digital.


Fonte:  The Economist
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domingo, 6 de abril de 2014

Couchsurfing, o sucesso do "surfe no sofá"

Sites como Airbnb e Travelrent oferecem aluguéis de quartos em casas de família a um preço muito mais baixo que em hotéis. Mas, por que pagar por isso? 
O movimento do "surfe de sofá" (em inglês couchsurfing) funciona pelo princípio da troca. Inscreva-se no www.couchsurfing.org e ficará habilitado a procurar sofás e camas extras no mundo inteiro, além de poder oferecer acomodação a quem visitar sua cidade.


A meta é criar uma comunidade global e reunir pessoas num espírito de paz, camaradagem e diversão. É claro que nem todo sofá é confortável e nem todo anfitrião é agradável, mas a incerteza faz parte da aventura.
Criado em 2003, já tem 4 milhões de usuários. A intenção é que você conheça a cidade baseado na experiência do seu anfitrião, que deve servir como guia informal.
Faça o teste do sofá
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Leia também:
4 Tendências da Hotelaria
4 Tendências do Marketing Turístico
Viagens Sociais: criativas, divertidas...e perigosas

quinta-feira, 6 de março de 2014

Perseguição? Não, apenas Remarketing

Esse meu artigo também foi publicado no Hôtelier News. Leia AQUI.
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Sabe aqueles banners que te perseguem onde quer que você acesse? O nome disso é remarketing, considerado por muitos como o futuro da publicidade on-line.
Pois é, mesmo com a sensação que aquela empresa está te perseguindo, o aumento do índice de conversão on-line da marca é comprovado. Por outro lado, muitos usuários passam a odiá-la com todas suas forças.
Depois de falar sobre Big Data, imprescindível falar sobre Remarketing. Afinal, após organizar toda a informação disponível, você tem que decidir o que fazer com tudo isso.
Como funciona?

Um cookie é inserido no navegador deste visitante e, ao navegar por outros sites, ele é impactado pela empresa ou produto que mostrou interesse.



Porque é interessante?
 Viagens não costumam ser compradas por impulso. E as razões são muitas:
  • Troca de ideias entre cônjuges antes da compra.
  • Devem estar alinhadas com os dias exatos das férias ou o horário de trabalho.
  • Pesquisas de outras opções de viagens ou hotéis.
  • Aposta na diminuição de preços em outras datas.
  • Mais tempo para pensar antes de tomar a decisão de compra.

Por tudo isso, o remarketing é uma excelente maneira de fazer os visitantes retornarem ao seu site quando eles estiverem prontos. Funciona como um lembrete, uma segunda chance.
Fonte: www.bookingcounts.com
Porque virou sensação?

A promessa de anúncios mais direcionados foi a base do sucesso. Pesquisas mostram que as pessoas não se incomodam tanto com a publicidade se ela for direcionada a elas.
Parece mágica, mas é “Behavioral Retargeting”, ou Remarketing. Prova da sua eficiência é que 70% dos clientes impactados por um redirecionamento estarão mais inclinados a comprar do que o restante dos consumidores on-line.
Quem Oferece?
Depois que o Google anunciou que sua plataforma AdWords ofereceria o recurso de remarketing, o termo virou a sensação dos cursos de Marketing Digital.
Em 2013 foi a vez do Facebook se render à novidade, e finalizou a versão Beta do Exchange (FBX). Quem experimentou revela que triplicou o ROI (retorno sobre investimento) da campanha (em comparação a outras plataformas publicitárias) e diminuiu em 30% o  custo para aquisição de usuário


Mas se você não quer campanhas sem um pedido de permissão anterior por parte do usuário, tente e-mail direto utilizando o Botão Later.

Esta ferramenta capacita visitantes a agendar um lembrete de e-mail para reservar seu produto/serviço mais tarde.  O opt-in é uma técnica comprovada para sua empresa ter uma segunda chance de convencer as pessoas a completar a reserva.

Dicas finais
  • Ofereça algum benefício na “segunda chance”. Talvez esse seja o empurrãozinho que falta para a decisão de compra.
  • Defina o tempo que o cookie de remarketing deve durar. Analise quanto tempo antes as pessoas costumam reservar online, adequando tempo e investimento a isso.

Ah, nem preciso lembrar que tudo isso direcionará o potencial cliente para seu site e ele precisa estar em ótimas condições, não é?!
Boas vendas!  
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