quinta-feira, 19 de junho de 2008

A Tradição do "COPA"



Inaugurado em 1923, este impressionante prédio com sua linda fachada é o hotel de luxo mais tradicional do Rio. Desde sua inauguração, o hotel só teve dois proprietários, a família Guinle do Rio de Janeiro; e a partir de 1989, a Orient-Express Hotels, Trains & Cruises.
Já hospedou celebridades como a cantora Carmen Miranda, a princesa Diana e o cineasta Orson Welles.

A história do Copacabana Palace é pontuada de glória e de problemas. Quando a Orient-Express comprou o hotel, há cerca de 16 anos, a situação era de penúria completa. A tradicional família Guinle, antiga proprietária, havia perdido a saúde financeira e a capacidade de fazer novos investimentos no complexo do Copa. O prédio sofria panes constantes na rede elétrica e os elevadores quebravam com tanta facilidade que o mais surpreendente era quando estavam em funcionamento. Talheres faltavam em todos os faqueiros e as janelas que quebravam eram substituídas por esquadrias de alumínio, que desfiguravam a imponente fachada do edifício. A diária média cobrada foi minguando a ponto de chegar à casa dos 60 dólares.
Após reformas, mudanças de gestão e treinamentos, hoje os hóspedes podem optar entre dez tipos de travesseiros (pluma de ganso, ortopédico e outros), os lençóis são de algodão egípcio e as toalhas da piscina -- uma das mais imponentes do mundo -- levam uma borrifada de lavanda para refrescar e perfumar os banhistas. Nas 27 suítes do 5º e do 6º andar, as mais caras do complexo, cinco mordomos se revezam dia e noite para atender aos pedidos dos hóspedes. A lista de atribuições inclui fazer (ou desfazer) as malas dos clientes. Tudo isso ajudou a elevar a diária média do Copa a 500 dólares. Para passar o Ano Novo na varanda do Hotel, brindando com champanhe francês e degustando um cardápio de iguarias sofisticadas, cada hóspede paga no mínimo 12 000 dólares.
Leia mais na Reportagem Exame de 2006.




Não que seja meu hotel preferido no Brasil ou que realmente ache seu produto/serviços impecáveis. Mas devo admitir: em termos de tradição, ninguém bate o Copa!!!!
Postar um comentário